Estresse de Convívio Prolongado

em Comportamento/Psicologia por
      Você já percebeu que as pessoas, às vezes, costumam brigar por motivos bobos? “Reality Shows” nos mostram bem isso.

      Eu ainda não vi ninguém fazendo referência a esta minha percepção. Talvez, eu esteja errado em pensar nisso … ou não.

      O que eu acabei por pensar foi que pessoas que convivem juntas por muito tempo acabam por aprenderem a se odiar. Se o convívio for contínuo, o problema se torna ainda mais intenso, rápido e perigoso.

      Eu sempre vejo irmãos se tornando sócios, para dividir despesas, darem apoio um ao outro, porque, afinal, são irmãos, cresceram juntos e “se amam”. Os pais também carregam consigo essa ilusão ou esperança de que os irmãos podem trabalhar juntos em algum empreendimento para sempre. A experiência mostra que isso não termina bem.

      Lembro que casal sempre briga, que é normal, que é saudável, que faz parte, que é difícil conviver, que em briga de marido e mulher não se mete a colher. Apesar de EU acreditar que esta visão seja lenda urbana, também acredito que esteja mais ou menos correta e que seja uma visão muito limitada. Quer dizer então que irmãos brigando não tem nada a ver com casal brigando?

      Pais e filhos também vivem isso. Aquele menininho lindinho e amado, um dia, vai virar um jovem de 20 anos de idade, que ninguém vai querer dentro de casa o dia inteiro. Então, os pais usam a antiga e infantil técnica de colocar “espinhos no ninho”, de tornar o ambiente doméstico menos “desejável” que antes, para o filho poder cair fora. Depois de um tempo fora, o estresse de convívio prolongado se dissipa e os pais sentem a “síndrome de ninho vazio”.

      Concluindo: conviver CANSA.

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