Dedo de prosa – Reta Final

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Esse fim de semana o brasileirão quase teve seu fim, mesmo que não matematicamente, mas quase impossível de se reverter o resultado com a vitória do Cruzeiro e o empate parcial do São Paulo, mas aí o zagueiro do Vitória resolveu dar uma forcinha e Luís Fabiano enxergou Kaká que manteve o tricolor paulista vivo na luta pelo título. Na parte de baixo da tabela, o Coritiba conseguiu um grande resultado, ainda mais somado aos resultados negativos de Botafogo, Vitória e Chapecoense, além da estagnação de Bahia e Criciúma, ambos na UTI e o time do Criciúma respirando por aparelhos, o Botafogo começa a dar sinais de que pretende seguir o mesmo caminho: a vida do Glorioso não anda nada bem e na próxima rodada enfrentará um Fluminense lutando e com chances por uma vaga no G-4. Essa reta final de campeonato ainda pode nos proporcionar muita emoção, tanto na parte de cima como na parte de baixo da tabela.
 O jogo de meio de semana antecipado entre São Paulo e Internacional poderá ainda mais, seja qual for o resultado, menos o empate, apimentar essa reta final de brasileirão. Digamos que o tricolor paulista vença, ficará a 4 pontos do líder Cruzeiro, caso perca o Colorado gaúcho se reaproximará do G-4, já um empate pode selar o futuro de ambos na competição.

 CARTÃO AMARELO
É claro que o trabalho feito pelo Flamengo desde a chegada de Luxemburgo a Gávea é louvável, mas não é aceitável para uma equipe levar 2 gols nos últimos minutos da partida, no meio de semana quando foi eliminado pelo Galo, o time passou por algo parecido, o Flamengo não pode passar por uma equipe que o adversário não o respeite e nem o tema, assim não há bom trabalho que resita. 

CARTÃO VERMELHO
 Reconheço o total direito do Atlético-MG querer mandar seu jogo decisivo no estádio Independência, mas uma final épica como essa da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, merece dois jogos no Mineirão. O Mineirão é casa do cruzeirense, do atleticano e de qualquer time mineiro. Final é dia de torcidas dividirem estádios e não ficarem presas a um limite de 10 % impostos por dirigentes, times pertencem aos seus verdadeiros donos, sua torcida, tremenda bola fora e cartão vermelho para decisão.

Texto por Henrique Fernandes 

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