Comunicar pra revolucionar

Category archive

Cultura

Precisamos falar sobre café

Café. Taí uma coisa que brasileiro gosta muito. Ou acha que gosta… Bem, pelo menos, de todas as pessoas que encontrei, a maioria delas gosta muito de me ouvir falar sobre café. Muitas tem algumas dúvidas, algumas têm muitas certezas, mas a abertura para entender mais sobre café está sempre lá. E não raro, me deparo com olhares de espanto, bocas (salivando) entreabertas e caras de interjeição diante de algum relato, palestra, consultoria ou experiência oferecida por mim. Isso acontece porque infelizmente (não sei se você já se deu conta) a maioria dos brasileiros entende pouquíssimo sobre café. E por…

Leia Mais

Um olhar feminista sobre o candomblé.

Cultura/Feminismo/Religião por

Pensar uma ótica feminista sobre o culto aos Orixás, não significa dizer que o Candomblé é uma tradição religiosa pautada pela perspectiva revolucionária da ausência do patriarcado. O candomblé é uma reorganização do culto às divindades africanas aqui no Brasil, ou seja, embora sendo essencialmente de natureza africana, é ainda, reorganizado dentro de uma estrutura que se fundou sob os pilares europeus, logo, sofrendo a influencia do patriarcado europeu e cristão que aqui se consolida, em contrapartida, uma tradição construída por mulheres e que, o feminino ocupa grande lugar de destaque na prática e na mitologia. Em África também há…

Leia Mais

A revolução será wiki!

Ambiental/Cultura/Eco por

“Você não muda as coisas lutando contra o modelo vigente. Para mudar algo, construa um novo modelo que torne o modelo existente obsoleto” Buckminster Fuller Wiki… o que? Conhece a Wikipedia, a enciclopédia on line surgida em 2001? Sabia que ela não tem dono? Bem, não um ‘dono’ no sentido tradicional, afinal ela é construída diariamente de forma colaborativa por milhões de pessoas espalhadas em centenas de países! Ela é livre e de domínio público, então não é de ninguém, e é de todo mundo! E o mais incrível, parece CAOS, mas funciona! Atingiu a façanha de ser dez vezes…

Leia Mais

Comida que MATA!

Estamos comprando COMIDA QUE MATA! Leite em pó não é leite, café solúvel nem é café, ninguém deveria ingerir produtos sem vida, porque somente a vida gera mais vida. Produto morto só gera morte. Margarina não e ‘manteiga vegetal’, é bomba química. Refrigerante não e bebida, é limpa vaso sanitário. Tempero sazon/knorr para “economizar” seu tempo? Não, ele só serve para te dar uma morte lenta e dolorosa. Quer uma velhice cheia de dores, sem memória e/ou sem controle motor? Coma porcarias! A comida deixou de ser alimento e remédio e passou a ser um produto industrial tóxico. Tão tóxico…

Leia Mais

Avalanche: o desenvolvimento do cinema alagoano.

Arte/Cinema/Cultura/Sem categoria por

O cinema alagoano tem crescido significativamente na ultima década. O curta-metragem Avalanche de Leandro Alves é um exemplo nítido desse crescimento. É importante destacar que, quando se fala em crescimento não se fala apenas do aumento de produção audiovisual, mas também do reconhecimento e valorização da cultura alagoana que também é composta pela Sétima Arte. Avalanche é uma produção cinematográfica puramente nordestina, sobretudo Alagoana; no roteiro, na produção, no local de realização, em tudo. Ocupando nesse sentindo, espaço fundamental no processo histórico de desenvolvimento do cinema alagoano, que ao assumir seu caráter regional dá visibilidade e empodera um povo que…

Leia Mais

Definições de pós-modernidade e pós-modernismo

As definições de pós-modernismo, da esquerda de 1980 e dos conservadores influenciando a esquerda atual.

Leia Mais

Jurema Sagrada: da cultura popular às Universidades.

Cultura/Notícias/Religião por

  No ultimo mês Julho de 2016, o Mestre Juremeiro, Babalorixá e Mestre de Cultura Popular Pai Alex de Xangô, compôs a banca de estudiosos da Universidade Federal de Alagoas para analisar o TCC em psicologia, da estudante Izabella Barbosa, intitulado “Firmei Meu Ponto: Possíveis Análises do Culto da Jurema Sagrada a Partir da Memória Cantada”. A participação do Mestre Juremeiro, Babalorixá e Mestre de Cultura Popular Pai Alex de Xangô, evidencia os avanços conquistados com muita luta ao longo da história pela população afro-indígena nas Alagoas. Não é prática comum as Universidades abrirem suas portas para receber as populações…

Leia Mais

As guerreiras cor de rosa

Para quem acha que uma única cor sintetiza o que é ser mulher, não sabe ainda como é possível perverter o status quo!   Índia Um país cuja extensão territorial é menos da metade do Brasil, mas que abriga nada menos do que 1,252 bilhões de pessoas, quase dezessete vezes o numero de brasileiros! Visualize: a densidade demográfica do Brasil é de 23,8 habitantes por km quadrado, na índia é 395,40 hab/km². Sabe-se que a violência contra as mulheres é comum no mundo todo, mas na Índia, os índices estão acima da média mundial. São comuns a tradição ilegal dos…

Leia Mais

Mulheres do Candomblé: força e opressão

As violências causadas pelo patriarcado atingem a todas as mulheres, mas essa violência se dá de formas diferentes em cada grupo social, não podemos dizer que uma mulher branca de classe média sofra a violência da mesma forma que uma mulher negra e pobre, e então, adicionamos mais uma categoria; negra, pobre e candomblecista. Além da violência de gênero, classe social e raça, também o preconceito religioso, que por se tratar de uma religião de matriz africana não se separa da violência racista, uma vez que a estrutura social ocidental, branca e patriarcal tende a demonizar o que for de…

Leia Mais

esqueça o título

  A primeira questão que me ocorreu, ao terminar o livro de contos Sexo e amizade, de André Sant’Anna (Companhia das Letras, 2007), foi esta: como um livro de qualidade tão rara pode ter um título tão ruim? Verdade seja dita, títulos não são o forte na obra desse autor: Amor (1998), Sexo (1999), Amor e outras histórias (2011). Era novembro de 2019 quando encontrei Sexo e Amizade na estante da Martins Fontes da Rua Dr. Vila Nova. Eu já tinha ideia de quem era o autor, guardava boas impressões das poucas espiadas que dei em sua prosa. Depois de me horrorizar com o…

Leia Mais

Login

Registrar | Perdeu sua senha?
Vá para o INÍCIO