Comunicar pra revolucionar

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Willian Lucas

Willian Lucas has 6 articles published.

Casualidades: o velho, o novo e possíveis (re/des)encontros

em Comportamento/Crônicas/Geek/Literatura por

Imagem: http://www.stockpholio.com/view/image/id/4857693316#!Sea+Change Acordo, faço meu asseio e desjejum. Parto em mais uma jornada matinal e rotineira. Como de praxe, estou acompanhado por alguma boa-amizade nos momentos que me permito abdicar da adorada solidão. Neste dia vinha pois Fernando, junto a mim. Incomumente pegamos condução terrestre, para uma parada atípica e necessária neste dia. Cumprida tal obrigação, partimos, novamente pela estrada. Pago o valor, sentamo-nos. Ao nosso lado, uma mulher, nem feia nem bela, tinha certo charme, pele morena, cabelos longos, uniforme de trabalho – camisa vermelha e calça preta. Nem deu por nossa presença, aprisionada que estava ao seu grilhão.…

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Senhora presidente, meu nome é Willian, e eu não sou ‘existencialista’

em Sem categoria por

[montagem em homenagem à estréia da 4a temporada de GoT – WL] O título deste artigo é uma livre apropriação do mote-título de um filme idiano chamado “Meu nome é Khan”. Neste, o personagem principal, um muçulmano portador da síndrome de Asperger (variação do autismo), por ver seu povo chamado de terrorista após os eventos de 11 de setembro de 2011, decide-se por falar ao presidente norte-americano que nem ele nem os demais muçulmanos são, por definição, terroristas – as pessoas são boas ou más, ele aprende com a mãe, independente de crença, raça e etc. Mas o que isso…

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O que eu aprendi com os lobos

em Comportamento por

(Imagem: reprodução StockPholio / Author: Denali National Park and Preserve) Os lobos do Pai de Todosi Tudo começou quando, conversando com um amigo, me vi inserindo Odin no conto indígena “os dois lobos” – aquele sobre um bom e um mau, onde vence o que você alimentar mais. Odin apareceu quando eu disse: “mas há um ponto nublado nesse conto: nós não somos os lobos como muitos entendem… somos quem os alimenta (o que aliás é dito na maioria das versões, como entendem tão errado?)… tal qual Odin com Geri e Freki”. Admito ter sido temerário, pois falava com grande conhecedor…

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Feliz Aniversário ou “fico feliz por você acordar mais uma vez”

em Crônicas/Fofuras por

(foto: stockpholio/reprodução) Aniversário de um ano. Piquenique. A infante farreando, correndo, voando… dorme. Adultos conversam, aguardam a aniversariante despertar. Ela abre os olhos e a mãe diz “vamos cantar parabéns, gente?”. Sem entender ainda o que acontece, ela desperta, esfrega os olhos, olha confusa e feliz a algazarra –ao que interpreto como “Que é isso? Acordo e todos estão felizes e me dão uma festa! Faço isso todo dia, vai ter mais, sempre?”. Óbvio que ela não pensa isso. Contudo, eu penso. E tal pensamento me desperta uma indagação: “Em que ponto deixamos de nos importar e sorrir com o abrir…

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do tornar-se um Übermensch – um convite, um não-projeto

em Comportamento por

(imagem: reprodução) “Não há nada bom ou nada mau, mas o pensamento o faz assim.” – William Shakespeare Muito (e incorretamente) tem-se aludido à expressão nietzscheana “Deus está morto”. Elucidando-a, minimamente, ela refere-se à derrocada dos antigos valores que balizavam a sociedade até então – metade do século XIX. Os conceitos científicos, tomando o lugar das Leis bíblicas, haviam estabelecido-se como o novo Zeitgeist, novos engendradores de normas à sociedade. Não mais a Igreja, mas o Estado e seus pensadores laicos. Disto que, após a “morte de Deus”, outro ser assumiu seu lugar: o Homem – para uns criatura; para outros, criador…

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O (su)jeito do amor: uma cena do Fausto de Goethe

em Literatura/Resenhas por

Resumo: Neste breve ensaio, pretendo lançar olhos sobre o jeito e o sujeito do amor – que lampeja – num breve diálogo entre Fausto e Margarida, na célebre obra de Goethe. Introdução: Fausto trata da história de um homem que pactua com o diabo, pois, apesar de todo (re)conhecimento e poder que possui, sente imenso vazio em sua vida. O trato é simples: ao obter  satisfação e deleite, cederá sua alma de bom grado. Produzida ao longo da vida do poeta J. W. von Goethe, esta obra foi apresentada por diversos prismas: a aposta entre Deus e o Mefistófeles, o…

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