A resistência Gay: Pink Bloc vandaliza com amor

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(Foto: Lia Ferreira / Vero)
Choque de amor, bombas de efeito carinhoso e pedradas de purpurina. O irreverente vlogger Rafucko resolveu trazer o conceito de Pink Bloc para o Rio de Janeiro. “O Pink Bloc não é um grupo deliberadamente hostil. Nossa luta é contra o patriarcado, o machismo, a homofobia, a transfobia e as organizações opressoras da felicidade humana”, afirma o manifesto da tática de manifestação. Jogar purpurina rosa no público é somente um detalhe. Entre as ações diretas, incluem-se: glittervandalismo em símbolos do patriarcado, choque de amor anti-machismo, barricada laica contra igrejas que tentam avançar no cenário político e atos de felicidade explícita. Mas tanta manifestação de amor também traz adversários. “Declaramos inimigos quaisquer meios de repressão e/ou opressão, sejam essas de caráter físico ou psicológico. Eles, mais do que ninguém, precisam do choque de amor”, completa o manifesto. De fato, abraços coletivos e um pouquinho de glitter não fariam mal nem ao mais infeliz dos Felicianos.

 

 Rafucko e o poder dos Pink Blocs (Foto: Lia Ferreira / Vero)

 

Rafucko posa para foto (Foto: Lia Ferreira / Vero)

 

Manifestantes denunciam higienização social em um “BeijAto” e lutam por uma sociedade mais igualitária (Foto: Lia Ferreira / Vero)

 

(Foto: Lia Ferreira / Vero)

 

(Foto: Lia Ferreira / Vero)

 

(Foto: Lia Ferreira / Vero)

 

(Foto: Lia Ferreira / Vero)

Jornalista em formação. Fundadora da Ou Seja e blogueira. Meio Lia, meio Lua, prefere flores no cabelo a diamantes no pescoço.

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